Archive for julho, 2015

A lavajato e a delação premiada

quinta-feira, julho 23rd, 2015
Catta Preta deixa a lavajato

Catta Preta deixa a lavajato

Com surpresa a OPINIÃO PÚBLICA (OP) divulgou hoje que a advogada Beatriz Catta Preta, que negociou algumas delações premiadas na lavajato, incluindo entre eles: Pedro Brusco (ex-gerente da PETROBRÁS), Paulo Roberto Costa (ex diretor da PETROBRÁS), Julio Camargo (lobista) e Augusto Mendonça Neto (executivo da Toyo Setal), comunicou que está deixando as causas relacionadas com a citada lavajato.

Antes do recesso parlamentar a CPI da PETROBRÁS aprovou a convocação da advogada à CPI para esclarecer como os seus clientes a pagavam.

A OAB irá ao STF solicitar através de ação a suspensão da convocação da advogada pela CPI.

O advogado tem nos seus princípios a garantia de inviolabilidade da relação com os clientes.

O abandono das grande$ causas da lavajato, leva a crer que a advogada se sentiu intimidada com a convocação, apesar da Constituição Federal garantir o sigilo profissional ao advogado.

Dizem que irá trabalhar no escritório que possui em Miami desde 1914.

Com essa novidade, a OPINIÃO PÚBLICA (OP) tem garantida a campanha contra o Governo Federal no recesso do Congresso Nacional, outra campanha ainda é, a pressão pelas chamadas pedaladas fiscais.

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 23-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 23/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 23/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 22-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 22/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 22/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 21-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 21/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 21/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 20-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 20/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 20/julho/2015

 

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015 - revistas

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015 – revistas

 

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

Sancho Pança parte pra luta sem D. Quixote

sábado, julho 18th, 2015

17 de julho de 2015

Cinelândia – Rio de Janeiro – RJ – Brasil

Eduardo Cunha fala na TV como Presidente da Câmara Federal, em vários estados manifestação pedindo sua saída da Presidência da Câmara colocam claramente que chega de maracutaia.

Com o recesso da Câmara e do Senado a OPINIÃO PÚBLICA (OP) e a lavajato, serão as responsáveis por manter a campanha diária contra o Governo Federal.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

Em um ato atrelado à OPINIÃO PÚBLICA (OP), Eduardo Cunha, no dia  17/07/2015, faz um pronunciamento sob a supervisão do PIG e declara que abandonou o governo de coalizão. Governo esse, do qual nunca fez parte.

Após o alucinado pronunciamento e abandonado pela oposição golpista, a OPINIÃO PÚBLICA (OP), terá a obrigação de manter o clima de beligerância e tentar afundar o país no recesso parlamentar..

De forma intencional a justiça de Brasília abre uma frente contra o ex-Presidente LULA, caberá a OPINIÃO PÚBLICA (OP) dar o mesmo destaque que conseguiu dar a lavajato. Essa forma de prender sem acusação e provas, creditando veracidade à  fala de corruptos e das mazelas que são investigadas, acreditam que manterão indefinidamente e diariamente notícias que, objetivam criar o ódio como um importante poder político nos brasileiros.

Abandonado pelos partidos políticos e pelos políticos, o Sancho Pança parte para uma batalha contra os moinhos de vento. A OPINIÃO PÚBLICA (OP) se encarregará de causar os furacões, e divulgar as pançadas que o novo Messias dará, antes de sentar no trono e no juízo final responder às inquisições judiciárias.

Acossado pelas hastag na internet, que atinge níveis de sucesso mundial, o baluarte “moralista” se apresentará em breve como o escolhido para ser crucificado.

A falta do Monte das Oliveiras, onde pensava reunir os seus discípulos, o Sancho tentará reaglutinar os revoltados que se perderam na esteira da violência e do golpismo.

A democracia brasileira mostrará sua pujança, ao reduzir a importância que tenta a OPINIÃO PÚBLICA (OP) dar aos golpistas.

 

Reajustes de salários é usado pelo Congresso contra a Presidenta Dilma Rousseff

sexta-feira, julho 10th, 2015

Os aposentados fazem parte da categoria mais demonizada pelos neoliberais.

Toda vez em que há discussão sobre problemas econômicos duas categorias são escolhidas e acusadas de responsáveis pela crise financeira: os aposentados e os funcionários públicos.

Atuando de em conluio com a oposição ao atual Governo Federal a OPINIÃO PÚBLICA(OP) já engrossa o caldo e joga a culpa de não permitir aumento no colo da Presidenta Dilma Rousseff.

20150710_001217

Não foi outra a razão que o governo do PSDB (governo do FHC), criminalizou os aposentados com taxação das aposentadorias. O ex-Presidente FHC, um aposentado, chegou a chamar de vagabundo aqueles que usufruíam o direito de ser aposentado.

A mudança da legislação foi uma imposição dos credores, sem consulta ao povo e aprovada no Congresso Nacional com apoio da OPINIÃO PÚBLICA(OP). As principais mudanças foram a substituição da aposentadoria por tempo de serviço pela aposentadoria por tempo de contribuição (30 anos para mulheres e 35 para homens) e a instituição de limite de idade para a aposentadoria integral dos servidores públicos – 53 anos para homens e 48 para mulheres. Além disso, aumentou a idade mínima para aposentadoria dos trabalhadores do setor privado – 60 anos para homens e 55 para mulheres. Essa aprovação foi conseguida com  346 votos contra 151. O governo federal, em 1998, utilizou-se do famoso e ainda em vigor “toma-lá-dá-cá”. FHC gastou cerca de R$ 30 milhões em liberação de verbas para comprar deputados e distribuiu cargos à vontade. O clímax foi quando, esquecendo sua condição de aposentado, chamou como já citamos os aposentados de:  “vagabundos”.

A mudança de governo feita pela população que elegeu o PT com os seus aliados, que pasmem, manteve e apertou mais ainda os aposentados, atingindo os servidores públicos.

A Reforma Previdenciária realizada pelo Presidente Lula, atingiu os funcionários públicos e garantiu aos já aposentados ou que contam com o chamado direito adquirido (que reúnem condições para pedir aposentadoria, mas preferem continuar trabalhando) têm assegurada na reforma a integralidade de seus benefícios. Os atuais servidores que ainda não contam com direito adquirido podem chegar a ter a integralidade de vencimentos, mas para isso precisam seguir cinco requisitos. Os homens precisam ter 60 anos de idade, 35 anos de contribuição, 20 anos de serviço público, 10 anos de carreira e 5 anos no último cargo.

As mulheres precisam ter 55 anos e 30 anos de contribuição além das outras três exigências. Se não conseguirem preencher todos os requisitos, terão que se contentar com uma aposentadoria calculada pela média dos salários recebidos durante toda a vida profissional, o que resultará num benefício necessariamente inferior ao salário integral.

Os servidores que ingressarem no setor público após a promulgação da reforma jamais terão aposentadoria integral. Para estes, a reforma prevê o teto de R$ 2,4 mil, equivalente ao pago pelo INSS como valor máximo de aposentadoria. Quem quiser ganhar mais, terá de contribuir com os fundos de previdência complementar.

Os fundos de previdência complementar (mais conhecidos como fundos de pensão) serão fechados, o que faz com que apenas servidores públicos possam participar, de gestão pública e com planos de contribuição definida. Pelo modelo, o servidor saberá qual o valor a ser pago todos os meses, até requerer o benefício no futuro. O valor a ser recebido, no entanto, dependerá da boa gestão e aplicação dos recursos poupados durante anos pela diretoria do fundo.

Os servidores com direito adquirido podem dar entrada na papelada da aposentadoria a qualquer momento. Aqueles que não têm direito adquirido, porém, terão que fazer uma escolha: ou pedem a aposentadoria pelas regras atuais de idade mínima de 53 anos (homens) e 48 (mulheres) e 30 anos de contribuição, ou permanecem no serviço público até atingir os cinco requisitos exigidos para a concessão da integralidade. Se fizerem a primeira opção até dezembro de 2005, terão um desconto de 3,5% por cada ano trabalhado a menos no valor final do benefício pago.

A partir de janeiro de 2006, o desconto será de 5% por ano. Para estimular este grupo a permanecer na ativa, a Câmara aprovou o chamado “abono de permanência”, que será pago aos servidores que quiserem esticar o tempo de serviço até alcançar condições para ter a aposentadoria integral. O abono será pago durante os anos que o servidor permanecer no serviço público e será suspenso tão logo ele solicite a aposentadoria.

Para surpresa, em nenhum momento, o Governo do Presidente Lula e em continuidade da Presidenta Dilma Rousseff buscou recursos taxando grandes fortunas, aumentando a taxação bancária os grandes beneficiários da ciranda financeira. De forma semelhante ao neoliberalismo, a conta da crise financeira mundial, e que no segundo mandato da Presidenta Dilma Rousseff, impulsionada pela OPINIÃO PÚBLICA (OP) dentro do Brasil, é atribuída e paga pelos trabalhadores públicos e privados.

Recentemente o Congresso Conservador eleito pelos brasileiros em 2014, aprovou o aumento para os funcionários do poder judiciário, pelo texto, o aumento será implementado em parcelas sucessivas, não cumulativas, de acordo com os seguintes critérios:
– 20% a partir de julho de 2015;
– 40% a partir de dezembro de 2015;
– 55% a partir de julho de 2016;
– 70% a partir de dezembro de 2016;
– 85% a partir de julho de 2017;
– 100% a partir de dezembro de 2017.

continuando na sua perseguição ao Governo Federal também foi aprovado pelo Congresso: emenda apresentada à medida provisória do salário mínimo que prevê o reajuste de todos os benefícios previdenciários acima da inflação. O dispositivo havia sido incluído na MP que prorroga até 2019 o atual modelo de reajuste do mínimo. Para virar lei, o texto tem de ser  sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

Pela proposta, os benefícios previdenciários serão reajustados pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

Caberá o desgaste à Presidente Dilma Rousseff que baseada nos princípios que sempre jogam a culpa da crise financeira sobre os trabalhadores, vetará as bondades do congresso.

O candidato derrotado à Presidência do Brasil em 2014, corteja o golpe e usa movimentos reacionários que ameaçam todos os dias o Governo com “impeachement”. Usam CPIs e a OPINIÃO PÚBLICA (OP) para impedir ações do Governo Federal para enfrentar a crise econômica, usam acusações de corrupção na CPI da PETROBRÁS, mas escondem corrupções como: a da CPI do “HSBC”, do caso “ALSTOM” no Metrô e trens de São Paulo. Esquecem da CPI do BANESTADO e as privatizações nos anos do Governo FHC.

A diferença é que hoje a Polícia Federal investiga e encaminha ao judiciário as investigações concluídas, fato que nunca aconteceu no país. No Brasil nunca houve investigação sobre corrupção que chegasse ao fim. Usando métodos não democráticos, são publicados noticias seletivas pela OPINIÃO PÚBLICA (OP), onde sempre se exclui acusações que envolvam parlamentares ou partidos da oposição ou governos estaduais cujo os governo e de oposição ao Governo Federal.

Reajustes de salários é usado pelo Congresso contra a Presidenta Dilma Rousseff

sexta-feira, julho 10th, 2015

Os aposentados fazem parte da categoria mais demonizada pelos neoliberais.

Toda vez em que há discussão sobre problemas econômicos duas categorias são escolhidas e acusadas de responsáveis pela crise financeira: os aposentados e os funcionários públicos.

Atuando de em conluio com a oposição ao atual Governo Federal a OPINIÃO PÚBLICA(OP) já engrossa o caldo e joga a culpa de não permitir aumento no colo da Presidenta Dilma Rousseff.

20150710_001217

Não foi outra a razão que o governo do PSDB (governo do FHC), criminalizou os aposentados com taxação das aposentadorias. O ex-Presidente FHC, um aposentado, chegou a chamar de vagabundo aqueles que usufruíam o direito de ser aposentado.

A mudança da legislação foi uma imposição dos credores, sem consulta ao povo e aprovada no Congresso Nacional com apoio da OPINIÃO PÚBLICA(OP). As principais mudanças foram a substituição da aposentadoria por tempo de serviço pela aposentadoria por tempo de contribuição (30 anos para mulheres e 35 para homens) e a instituição de limite de idade para a aposentadoria integral dos servidores públicos – 53 anos para homens e 48 para mulheres. Além disso, aumentou a idade mínima para aposentadoria dos trabalhadores do setor privado – 60 anos para homens e 55 para mulheres. Essa aprovação foi conseguida com  346 votos contra 151. O governo federal, em 1998, utilizou-se do famoso e ainda em vigor “toma-lá-dá-cá”. FHC gastou cerca de R$ 30 milhões em liberação de verbas para comprar deputados e distribuiu cargos à vontade. O clímax foi quando, esquecendo sua condição de aposentado, chamou como já citamos os aposentados de:  “vagabundos”.

A mudança de governo feita pela população que elegeu o PT com os seus aliados, que pasmem, manteve e apertou mais ainda os aposentados, atingindo os servidores públicos.

A Reforma Previdenciária realizada pelo Presidente Lula, atingiu os funcionários públicos e garantiu aos já aposentados ou que contam com o chamado direito adquirido (que reúnem condições para pedir aposentadoria, mas preferem continuar trabalhando) têm assegurada na reforma a integralidade de seus benefícios. Os atuais servidores que ainda não contam com direito adquirido podem chegar a ter a integralidade de vencimentos, mas para isso precisam seguir cinco requisitos. Os homens precisam ter 60 anos de idade, 35 anos de contribuição, 20 anos de serviço público, 10 anos de carreira e 5 anos no último cargo.

As mulheres precisam ter 55 anos e 30 anos de contribuição além das outras três exigências. Se não conseguirem preencher todos os requisitos, terão que se contentar com uma aposentadoria calculada pela média dos salários recebidos durante toda a vida profissional, o que resultará num benefício necessariamente inferior ao salário integral.

Os servidores que ingressarem no setor público após a promulgação da reforma jamais terão aposentadoria integral. Para estes, a reforma prevê o teto de R$ 2,4 mil, equivalente ao pago pelo INSS como valor máximo de aposentadoria. Quem quiser ganhar mais, terá de contribuir com os fundos de previdência complementar.

Os fundos de previdência complementar (mais conhecidos como fundos de pensão) serão fechados, o que faz com que apenas servidores públicos possam participar, de gestão pública e com planos de contribuição definida. Pelo modelo, o servidor saberá qual o valor a ser pago todos os meses, até requerer o benefício no futuro. O valor a ser recebido, no entanto, dependerá da boa gestão e aplicação dos recursos poupados durante anos pela diretoria do fundo.

Os servidores com direito adquirido podem dar entrada na papelada da aposentadoria a qualquer momento. Aqueles que não têm direito adquirido, porém, terão que fazer uma escolha: ou pedem a aposentadoria pelas regras atuais de idade mínima de 53 anos (homens) e 48 (mulheres) e 30 anos de contribuição, ou permanecem no serviço público até atingir os cinco requisitos exigidos para a concessão da integralidade. Se fizerem a primeira opção até dezembro de 2005, terão um desconto de 3,5% por cada ano trabalhado a menos no valor final do benefício pago.

A partir de janeiro de 2006, o desconto será de 5% por ano. Para estimular este grupo a permanecer na ativa, a Câmara aprovou o chamado “abono de permanência”, que será pago aos servidores que quiserem esticar o tempo de serviço até alcançar condições para ter a aposentadoria integral. O abono será pago durante os anos que o servidor permanecer no serviço público e será suspenso tão logo ele solicite a aposentadoria.

Para surpresa, em nenhum momento, o Governo do Presidente Lula e em continuidade da Presidenta Dilma Rousseff buscou recursos taxando grandes fortunas, aumentando a taxação bancária os grandes beneficiários da ciranda financeira. De forma semelhante ao neoliberalismo, a conta da crise financeira mundial, e que no segundo mandato da Presidenta Dilma Rousseff, impulsionada pela OPINIÃO PÚBLICA (OP) dentro do Brasil, é atribuída e paga pelos trabalhadores públicos e privados.

Recentemente o Congresso Conservador eleito pelos brasileiros em 2014, aprovou o aumento para os funcionários do poder judiciário, pelo texto, o aumento será implementado em parcelas sucessivas, não cumulativas, de acordo com os seguintes critérios:
– 20% a partir de julho de 2015;
– 40% a partir de dezembro de 2015;
– 55% a partir de julho de 2016;
– 70% a partir de dezembro de 2016;
– 85% a partir de julho de 2017;
– 100% a partir de dezembro de 2017.

continuando na sua perseguição ao Governo Federal também foi aprovado pelo Congresso: emenda apresentada à medida provisória do salário mínimo que prevê o reajuste de todos os benefícios previdenciários acima da inflação. O dispositivo havia sido incluído na MP que prorroga até 2019 o atual modelo de reajuste do mínimo. Para virar lei, o texto tem de ser  sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

Pela proposta, os benefícios previdenciários serão reajustados pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

Caberá o desgaste à Presidente Dilma Rousseff que baseada nos princípios que sempre jogam a culpa da crise financeira sobre os trabalhadores, vetará as bondades do congresso.

O candidato derrotado à Presidência do Brasil em 2014, corteja o golpe e usa movimentos reacionários que ameaçam todos os dias o Governo com “impeachement”. Usam CPIs e a OPINIÃO PÚBLICA (OP) para impedir ações do Governo Federal para enfrentar a crise econômica, usam acusações de corrupção na CPI da PETROBRÁS, mas escondem corrupções como: a da CPI do “HSBC”, do caso “ALSTOM” no Metrô e trens de São Paulo. Esquecem da CPI do BANESTADO e as privatizações nos anos do Governo FHC.

A diferença é que hoje a Polícia Federal investiga e encaminha ao judiciário as investigações concluídas, fato que nunca aconteceu no país. No Brasil nunca houve investigação sobre corrupção que chegasse ao fim. Usando métodos não democráticos, são publicados noticias seletivas pela OPINIÃO PÚBLICA (OP), onde sempre se exclui acusações que envolvam parlamentares ou partidos da oposição ou governos estaduais cujo os governo e de oposição ao Governo Federal.